sexta-feira, 27 de setembro de 2013


                 SIMIA,  APOTHECAE  CUSTOS. 

                                                                                        FABULA ESOPI 

Quidam mercator habebat simiam in apotheca sua, ita sagax quod nullus aliquid furari poterat, simia quin videret. Mercator quidam dixit domino apothecae quod vellet aliquid furtivo subtrahere de apotheca, non obstante simia.  Pactum faciunt pro certa pecunia. Mercator apothecam intravit, signa coram simiam faciens, modo os aperiendo, modo nasum recurvando, modo oculos  cum duobus digitis claudendo.  Simia autem, sic etiam volens facere, oculos cum duobus digitis claudebat et medio tempore mercator pecuniam auferebat. Dominus vero, quod simia sic decepta erat, eam percutit.  Altera vero die, iterum mercator in apothecam intravit, volens simiam eodem modo decipere oculus cum duobus digitis claudendo. Hoc videns simia, econtra oculos cum duobus digitis fortisseme aperiens, quod secundario no posset decipi mercatori indicabat. 



                  A  MACACA, A GUARDIÃ DA LOJA

                                                                                        FÁBULA DE ESOPO

Tradução:  Paulo Roberto Mattos Luiz    27 de setembro de 2013.

Uma certa vez, um comerciante tinha um macaca em sua loja. Desta forma sagaz,  ninguém poderia furtar, já que a macaca veria.  Um certo comerciante, disse ao dono da loja, que queria tirar alguma coisa da loja, mesmo que a macaca estivesse lá.  Fizeram um aposta por uma certa quantia em dinheiro.  O comerciante entrou na loja, fazendo sinais de frente para a macaca, abrindo a boca, entortando o nariz, de certa forma, fechando os olhos com os dois dedos.Logo, a macaca querendo fazer a mesma coisa, fechava os olhos com os dois dedos, e neste meio tempo, o comerciante se aproveitava para furtar o dinheiro. O dono da loja,  na verdade, vendo que a macaca era desta forma enganada, espancou-a. No outro dia, porém, o comerciante entrou novamente na loja, querendo,  do mesmo modo, enganar a macaca, fechando os olhos com os dois dedos. Vendo isto, a macaca, ao contrário, abrindo os olhos fortemente com os dois dedos, indicava para o comerciante que ele não podia enganar pela segunda vez. 

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